Vamos começar com o básico.

Algumas métricas que discutimos brevemente nos post passados. Definimos taxa de conversão como o número total de conversões dividido pelo número de visitantes do seu site.

Mas estamos falando do total de visitantes ou dos visitantes únicos?

Vamos pensar assim…

Você opera uma loja de tijolo e argamassa e um cliente vem para verificar um dos seus produtos. O funcionário faz um bom trabalho, e o cliente parece satisfeito com a qualidade. Porém ele recebe um importante telefonema, então ela sai para atender. Ou esquece a carteira no carro. Ou vai para outra loja para comparar com outros produtos.

O cliente pode eventualmente voltar para sua loja e cada vez que ele faz isso conta como uma visita única. Se ele passar três vezes, ele fez três visitas. Mas ele ainda é o mesmo visitante único que fez três visitas de volta ao loja.

E é assim que as pessoas, geralmente, compram online

Eles olham vários produtos, muitas vezes se distraem, e frequentemente verificam o produto da concorrência. E por isso, as lojas on-line não devem esperar fazer uma venda para cada visitante representado pela contagem total  de visitantes.

Por esta razão, muitas pessoas optam por usar visitantes únicos para determinar sua taxa de conversão. Porém, independentemente, da métrica que você optar, a consistência é a chave.

Se você decidir que o total de visitantes dá uma média mais precisa de sua taxa de conversão, certifique-se de usá-la consistentemente ou suas metas estarão erradas.

Você também deve determinar o período de tempo que você deseja para determinar a sua taxa de conversão. Novamente, a consistência é chave aqui. Se dividir o número de visitantes únicos de uma semana pelo número de pessoas que converteram naquela semana, e você tem a taxa de conversão daquela semana (dia, ou mês).

Agora que você conhece bem a sua taxa de conversão, pode começar a procurar as barreiras que existem no seu funil de conversão.

Identificando Barreiras no funil de conversão

A otimização da taxa de conversão é simplesmente descobrir o por que os visitantes não estão convertendo e corrigir esse erro. Ao invés de uma série de palpites, CRO é um processo de diagnóstico, hipóteses e testes

Qualquer estratégia CRO deve começar com você se colocando no lugar dos seus visitantes e olhar com atenção para o seu site. Especificamente seu funil de conversão. Onde estão os pontos difíceis ou confusos para os visitantes? Estas são as barreiras que estão no caminho dos visitantes para o objetivo final de conversão.

Aqui estão algumas áreas que você deveria dar uma olhada

  • Para começar, o seu call to action é claro e fácil de encontrar?
  • Seus gráficos são relevantes, bem colocados e fáceis de entender? Ou eles estão distraindo os visitantes? Você tem um monte de texto desnecessário?
  • Dê uma olhada na Usabilidade do seu site. Os usuários podem facilmente pesquisar no seu site o que eles estão procurando? Se você é um site de e-commerce, é fácil concluir o processo de checkout? Quantas páginas e cliques leva para completar as conversões que você está medindo? Existe uma versão mobile do seu site?
  • É claro para seus visitantes que a segurança é a sua prioridade principal? É fácil confiar em seu site?
  • O SEO do seu site esta atualizado, preciso e relevante? Você está usando os títulos corretos, palavras-chave relevante e meta-dados adequados? Os títulos devem ser claros e descritivos. Se esses itens não são relevantes, as pessoas podem estar chegando ao seu site procurando algo que você não oferece, enquanto aqueles que procurarsm seus serviços são incapazes de encontrá-lo.
  • Você tem depoimentos de clientes mostrando aos visitantes o quanto os outros consumidores estão felizes com seus serviços?

Mas essa lista não é abrangente e o que pode ser bom para um site pode também, atrapalhar a experiência do usuário (e portanto a taxa de conversão) em outro. Isso ocorre porque cada site tem seu próprio objetivo, características, pontos fortes e desafios.

Para ambos os tipos de conversões, a taxa de conversão depende de seis fatores:

Proposição de valor – Esta é a soma de todos os custos e os benefícios de fazer uma ação. Qual é o benefício percebido na mente do seu cliente? Esses custos e benefícios percebidos compõem o seu value proposition.

Relevância – De que forma o conteúdo da sua página se relaciona com o que seus visitantes estão esperando ver? De que forma o seu value proposition se aproxima das nessecidades deles?

Clareza – O quão clara é a sua proposta de valor, mensagem principal e o seu call to action?

Ansiedade – Existem elementos na sua página (ou que faltam na sua página) que criam incerteza na mente do cliente?

Distração – Qual é a primeira coisa que você vê na página? Isso ajuda ou prejudica seu objetivo principal?

Urgência-Por que seus visitantes devem agir agora? Que incentivos, ofertas, tom e apresentação irão fazer com que eles completem uma ação imediatamente?

Barreiras em seu funil de conversão ainda continuarão a existir, pois há apenas um tanto que você e sua equipe podem fazer para identificá-los. Uma boa ideia é falar com os seus usuários para saber o que não está funcionado para eles.

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